Cada vez mais cedo, as crianças e adolescentes usam a Internet para se comunicar com seus amigos e com seus familiares. Essa modalidade de comunicação se dá através do meio virtual. Nesse canal, é possível criar um avatar que pode ou não ser verdadeiro de acordo com a vontade do utilizador do suporte. Assim, um homem pode se passar por uma mulher ou vice-versa.
No mundo virtual, ainda pode acontecer o pior: um adulto passar-se por crianças e induzi-las a fazer coisas de adultos. Só para termos uma idéia, desde 2003, os casos de pedofilia aumentaram em 149%, segundo associação italiana Telefono Arcobaleno. Segundo a pesquisa realizada pela associação, a Europa obteve mais casos de pedofilia (86,6%) e aumento de 406% desde 2003.
Não se pode confiar que as crianças fiquem a utilizar o a Internet livremente como se estivessem a brincar no playground com seus amigos. É preciso vigilância e atenção, visto que qualquer pessoa, hoje em dia, pode utilizar a rede mundial para se comunicar com quem quer que seja.
Portanto, cabe às autoridades, tomarem providências de fiscalização frente a esses crimes. Sendo assim, os governos devem estar atentos que a máquina pode ser utilizada para o bem como para o mal.
Mas a principal questão é: como uma criança foi colocada naquela situação? No fim, a culpa foi nossa, porque a ocupamos com um computador a sua frente como se fosse sinônimo de que ela está “salva em casa” de todos os perigos de “fora”. Mas até onde estamos em um espaço físico determinado em frente a um computador? Devemos rever os nossos conceitos de crime contra uma fase da vida em que somos tão vulneráveis.

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